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18/12/2020
Imagem: NomadSoul1, de envatoelements Imagem: NomadSoul1, de envatoelements

A candidíase vaginal, conhecida também como monilíase ou infecção vaginal, é um problema que afeta 75% das mulheres, segundo a Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo (SOGESP). Causada pelo desequilíbrio do fungo Candida albicans, a infecção pode ser combatida com a ajuda da alimentação.

“Embora inicialmente inofensiva, estudos recentes relacionam o super crescimento da Candida albicans à condições mais sérias como Alzheimer, Síndrome do Ovário policístico, obesidade e até mesmo câncer”, atenta o ginecologista Paulo Lessa à AnaMaria Digital.

SINTOMAS
Seus principais sintomas são alguns incômodos, como coceira, vermelhidão e corrimento. Lessa explica ainda que, apesar de ser uma “patologia ginecológica”, a alimentação tem muita influência em seu aparecimento.

Ele atenta ainda a importância de saber que o fungo já existe no nosso intestino, mas impacta no corpo como um todo. As partículas da cândida, chamadas LPS, entram e disparam reações inflamatórias de imunidade.

"Isso ocasiona a diminuição da tolerância aos alimentos enxofrados (ovo, repolho, acelga, alho, brócolis) ou aqueles com alto teor de fibras, como leguminosas (feijão, lentilha), sementes, alguns vegetais e frutas; além de aumentar a produção de gases", ressalta.

COMO SE ALIMENTAR DO JEITO CERTO
Para combater a candidíase, é preciso ter uma alimentação correta. Alimentos com as chamadas “gorduras ruins” podem colaborar não apenas para o aumento do colesterol, mas também causar maiores riscos de desenvolvimento de doenças no coração.

“É preciso se alimentar de maneira saudável. Se o cardápio for rico em açúcar, farinha branca e gordura ruim, pode ajudar no desequilíbrio da microbiota, o que acaba desregulando a saúde geral e, consequentemente, pode causar o surgimento da candidíase”, conta o médico.

Visitas regulares ao ginecologista são essenciais, mas o primeiro passo para uma vida mais saudável começa com a mudança nos hábitos de vida.

fonte: Revista Ana Maria